O dia em que eu tirei 0 em Redação – O dia em que eu aprendi a aprender

Não, você não leu errado. Eu, que escrevo livros desde os dez anos, eu, que fui tricampeão no Desafio de Redação do Grande ABC, eu que vivo de leitura e escrita, já zerei uma redação. Pode parecer vergonhoso compartilhar esse tipo de coisa, mas a verdade é que esse momento foi crucial na minha vida.Continuar lendo “O dia em que eu tirei 0 em Redação – O dia em que eu aprendi a aprender”

Obcecados por números

Não tenho muitos seguidores no Instagram. Não tenho tantas conexões no Linkedin. Não tenho um grande número de inscritos no meu blog. E, apesar de essas plataformas serem bem diferentes, existia algo em comum entre elas e que me deixava ansiosa e desconfortável: os números. A impressão que tenho é que quando a gente fazContinuar lendo “Obcecados por números”

Competitividade feminina e a síndrome da Rainha Má

Tive duas melhores amigas até os meus quinze anos. Por algum tempo – e por razões que eu desconhecia – não conseguia ter amizade com mulheres. Hoje tenho o privilégio de contar com amigas incríveis, mulheres fortes, independentes e maravilhosas, mas a minha relação com elas só foi possível após um longo processo de construçãoContinuar lendo “Competitividade feminina e a síndrome da Rainha Má”

Impactos da atividade física na minha vida (pessoal e profissional)

Nunca fui uma pessoa sedentária. Também nunca fui o tipo de pessoa que ama esporte. Na época de escola, quando Educação Física ainda era sinônimo de brincar de pega pega, bandeirinha e queimada, eu amava. Mas, quando Educação Física passou a significar futebol, basquete e vôlei, diria que passei a odiá-la quase tanto quanto odeioContinuar lendo “Impactos da atividade física na minha vida (pessoal e profissional)”

A gente aceita o que acredita merecer

A frase original “nós aceitamos o amor que achamos merecer” é do livro (que se tornou filme) As Vantagens de Ser Invisível, do autor Stephen Chbosky. Não estou aqui para falar do livro ou de amor. Esse texto é para falar sobre os momentos em que a gente aceita pouco, porque acredita que essa éContinuar lendo “A gente aceita o que acredita merecer”

Um mês do blog Antifrágil: descobertas e aprendizados

Quando decidi criar o blog Antifrágil, tudo o que eu tinha (até então) era o desejo de escrever e dividir sentimentos e ideias com as pessoas. No mês anterior ao dia do lançamento, me preparei da melhor forma que pude. Fiz cursos, entendi como funcionava a plataforma, criei um Instagram profissional, uma conta de e-mailContinuar lendo “Um mês do blog Antifrágil: descobertas e aprendizados”

Coisas que aprendi com meu pai

Meu pai não é um homem de muitas palavras. Apesar disso, cresci ouvindo-o repetir algumas pensamentos que marcaram minha infância, adolescência e vida adulta. Frases que, muitas vezes, me causavam certo desconforto e que eu não necessariamente concordava, mas que, de um jeito ou de outro, me ensinaram. “Nem tudo é como a gente quer”Continuar lendo “Coisas que aprendi com meu pai”

O primeiro (grande) tombo a gente nunca esquece

Era verão. Uma noite quente, daquelas que a simples ideia de ficar dentro de casa é um verdadeiro pecado. O céu estava cheio de estrelas, aqueles pontos brilhantes que, quando crianças, jamais nos atrevíamos a apontar por conta do medo de que uma verruga nascesse na ponta do indicador. Pedalava sem parar. Minha bicicleta amarelaContinuar lendo “O primeiro (grande) tombo a gente nunca esquece”